No site China Inpai encontramos uma interessante comparativa de desempenho das duas principais alternativas dentro do mid-range, NVIDIA e AMD, a GTX 650 e a HD 7850 na versão de 1 GB.
Ambas as opções são enquadradas dentro de uma estreita gama de preços, desde que a alternativa para NVIDIA custa 149 dólares e AMD 169 dólares, então são concorrência direta.
Em geral, vemos que a alternativa da AMD é algo mais cara, mas também é mais poderosa do que a GTX 650 , que só consegue superar ligeiramente a HD 7850 em dois dos nove jogos testados.
Pela diferença de preço entre as duas placas e vendo o resultado da comparação, podemos dizer que a 7850 HD de 1GB se destaca como a melhor opção dentro de sua escala.
O comparativo utilizou os últimos drivers oficiais com WHQL (GeForce 306.97 e Catalyst 12.10), em vez das versões beta de ambos os fabricantes que dariam um impulso aos resultados.
Submetem a provas as diferentes placas empregando um processador Intel Core i7 Extreme Edition-3960X, um kit de memórias G. Skill DDR3 PC3-14900 (CAS 8-9-8-24) de 8 GB, uma fonte OCZ ZX Séries 1.250 W, um SSD Crucial 256 m4 (SATA 6Gb / s) e uma gráfica Gigabyte GeForce GTX 580 SOC (1536 MB).
Comparam esta plataforma com uma AMD (AMD FX-8150 a 3,6 GHz e placa Asrock Fatal1ty Profissional 990FX) e uma com LGA1155 (Intel Core i7-2600K e placa Gigabyte G1.Sniper2).
Empregam testes como AIDA64, Cinebench R11.5, Winrar ou x254, ou jogos como DiRT 3, the Witcher 2 ou Just Cause 2, além de praticar overclock, medir o consumo e a temperatura operativa. A conclusão é que das placas que se submetem a prova, a melhor parada quanto a relação qualidade-aprecio é a Asrock X79 Extreme9, enquanto num próximo segundo posto temos a ECS X79R-AX. Igualmente, e como sabereis, falamos de gama alta em todo caso, assim que já sabemos ao que se têm que ater nosso bolsos se decidimos adquirir uma destas placas… e todos seus complementos.
techPowerUp! realizou uma interessante comparativa onde medem o rendimento da nova HD 7970 funcionando junto a um Core i5-2500K, um FX-8150 e um Core i7 920.
Escolheram-se os três modelos por ter um preço muito similar, ainda que quiçá o 2600K teria sido mais justo. O Core i5-2500K conta com 4 núcleos a 3,3 GHz (até 3,7 GHz graças ao TurboBoost) e tem um preço de 220 dólares, enquanto o Core i7-920 conta com 4 núcleos (8 fios obrigado ao HyperThreading) a 2,67 GHz (até 2,93 GHz graças a TurboBoost) e tem um preço de 270 dólares. Finalmente o FX-8150 conta com 8 núcleos a 3,6 GHz (até 4,2 GHz graças ao Turvo Core 2.0) e seu preço é de 270 dólares.
Entrando na comparativa vemos que a baixas resoluções, onde a CPU pode provar realmente sua valia, o FX-8150 se mostra “frouxo” frente às duas alternativas de Intel. Ao aumentar a resolução as diferenças se diluem, mas resulta bastante obvia a superioridade do Core i5 e do Core i7. Convido-vos a ver o artigo completo nesse link.
No passado 24 de fevereiro de 2011, Apple renovou sua família de notebooks MacBook Pro de 13, 15 e 17 polegadas com a incorporação dos novos processadores Sandy Bridge Intel Core i5 e Intel Core i7, e a placa de vídeo AMD Radeon HD (6490M ou 6750M) nos modelos de 15 e 17 polegadas, e o porto Thunderbolt. Todo mundo esperava esta renovação já que depois do lançamento dos novos MacBook Air de 11 e 13 polegadas o passado 20 de outubro de 2010, estava claro que a família MacBook Pro precisava uma atualização para melhorar seu rendimento.
Agora, os notebooks de Apple têm perfis de usuários bem definidos. O MacBook de policarbonato brancose vende desde R$ 3.599,00 e seu “tipo de usuário” é aquele que procura trabalhar no ecossistema Mac OS X mas seu orçamento é limitado. Depois encontramos os já mencionados MacBook Air de 11 e 13 polegadascom preços que vão desde os R$ 2.999,00 do modelo básico de 11 polegadas aos R$ 3.799,00 do MacBook Air de 13 polegadas com 128 Gbytes de armazenamento flash. Aqui o usuário prima sobretudo a mobilidade.
Por último, temos aos MacBook Pro, todos eles com enfoque profissional mas para diferente público porque seus tamanhos diferem bastante e está claro que não é igual trabalhar com um processador de duplo núcleo que com um de quatro núcleo, sem esquecer que a placa de vídeo HD Graphics 3000 de Intel não compete com a AMD Radeon HD. Nesta caso os preços também são díspares, desde os R$ 3.599,00 do 13 polegadas básico aos R$ 9.199,00 do modelos de mais de 17 polegadas o mais alto da gama (este preço pode crescer com extras como mais memória, unidade SSD, etc.).
Exteriormente não mudou nada no MacBook Pro de 13 polegadas.
Sem mudanças aparentes
Uma vez que localizamos as diferentes famílias de notebooks da Apple, chega o momento de centrar-nos no MacBook Pro de 13 polegadas com processador Intel Core i7 a 2,7 GHz com 4 Gbytes de RAM a 1.333 MHz e disco duro Serial ATA de 500 Gbytes a 5.400 rpm. Esta configuração, que é a que nós analisamos nesta ocasião, é o topo de gama dos modelos de 13 polegadas (o outro modelo de R$ 3.599,00 vem com um Intel Core i5 a 2,3 GHz e seu disco duro é de 320 Gbytes) e seu preço é de R$ 4.999,00.
O primeiro que chama o atendimento para alguém que já tenha um MacBook Pro da geração anterior é que exteriormente não há nenhuma mudança. Bom, não é bem assim porque no lateral esquerdo, onde estão localizados o porto FireWire 800 e os dois USB 2.0, encontramos com uma entrada do mesmo aspecto que o mini DisplayPort de modelos anteriores, mas em lugar de ter seu logotipo habitual apresenta outro diferente em forma de raio, o símbolo do novo porto Thunderbolt, do que falaremos mais adiante.
Salvo o raio de Thunderbolt, o novo MacBook Pro de 13 polegadas é idêntico à geração anterior por fora, isto é, carcaça unibody de alumínio e vidro reciclavel em sua maior parte, tela sem mercúrio retroiluminada por LED, teclado retroiluminado de tamanho padrão com 79 teclas (12 delas de função e 4 delas de flecha), trackpad Multi-Touch, alto-falantes estéreo com reforço de graves, microfone omnidireccional, entrada combinada de áudio/auriculares, tomada de corrente MagSafe e as mesmas medidas, 2,41 cm (alto) x 32,5 cm (largo) x 22,7 cm (fundo), e um peso de 2,04 quilos.
Na imagem vemos o conector MagSafe, o mesmo que na geração anterior.
Câmara FaceTime HD
Pese a que exteriormente não há mudanças, esta última renovação do MacBook Pro de 13 polegadas não está isenta de novidades. Às que já aludimos como o processador Intel Core i7 de duplo núcleo ou a placa de vídeo Intel HD Graphics 3000 própria da arquitetura Sandy Bridge, há que somar outras como a videochamada FaceTime em alta resolução.
Com a nova aplicação de FaceTime também podemos fazer videochamadas em formato 16:9.
A nova câmara FaceTime HD integrada na tela do MacBook Pro é inclusive mais fina do que a do iPhone 4 e oferece uma resolução três vezes maior do que a versão anterior, até 720p. Esta câmara também admite o formato 16:9, pelo que agora poderás ver a mais gente ao mesmo tempo, ideal para quando há uma videochamada de um grupo.
Para desfrutar de FaceTime em HD podes fazê-lo entre novos MacBook Pro em HD 720p ou com a resolução anterior com qualquer Mac com processador Intel, o iPhone 4, o iPad 2 ou o iPod touch de quarta geração. Isso sim, ainda que a nova versão da aplicação FaceTime (a 1.0.1) vem incluída nos últimos MacBook Pro, o que tenha outros modelos de Mac terá que baixar na App Store ao preço de $0.99.
Thunderbolt, o “superpuerto”
Provavelmente a maior novidade desta última hornada de MacBook Pro é a inclusão da tecnologia Thunderbolt baseada em Light Peak de Intel. O primeiro que há que dizer de Thunderbolt é que oferece um largo de banda de até 10 Gbps, isto é, transferências teóricas de 1.250 Mbytes/segundo, suficiente para transferir a informação de um disco Blu-ray em pouco mais de 30 segundos.
Junto à entrada Gigabit Ethernet, encontramos o novo porto Thunderbolt (ver o raio) com o mesmo aspecto que o mini DisplayPort.
Outro dado interessante é que Thunderbolt permite usar, em cascata, até seis dispositivos com o mesmo conector. Desta forma poderemos centralizar nossos periféricos de saída de vídeo (DisplayPort), USB, eSATA e FireWire num único porto. O que queremos deixar claro é que Thunderbolt é compatível com DisplayPort, isto é, podemos usar telas DisplayPort diretamente através deste conector, bem como fazer uso dos conversores que se vendem na loja de Apple.
A dia de hoje é o único que poderemos conectar a Thunderbolt, já que falamos de uma tecnologia que ainda não tem periféricos que a aproveitem (por exemplo, LaCie anunciou que seu Little Big Disk), mas desde Apple nos confirmaram que esperam um iminente desembarco de “periféricos Thunderbolt”.
Velocidade teórica de Thunderbolt frente a USB 2.0, FireWire 800, Express Card e USB 3.0.
Tecnologia Sandy Bridge
Os processadores de quatro núcleos Core i7 de Intel vêm de série nos MacBook Pro de 15 e 17 polegadas, enquanto no MacBook Pro de 13 polegadas o modelo primeiramente se vende com um Intel Core i5 de dois núcleos e o que nós estamos analisando é um Core i7, também de dois núcleos. A novidade da arquitetura Sandy Bridge é que num único chip temos o processador, a cache, o controlador de memória e o processador gráfico. Ao estar tudo junto, os dados não têm que “viajar” tanto e tudo é mais rápido (uma explicação simples). Ademais, nos novos micros de Intel encontramos outras tecnologias que incrementam seu rendimento, como Turbo Boost 2.0 e Hyper-Threading.
Como já dissemos, dentro do mesmo chip está o processador gráfico, que tem acesso direto à cache de nível 3. Ainda que os modelos de 15 e 17 polegadas contam com uma placa de vídeo dedicada (AMD Radeon HD 6490M ou 6750M) junto à Intel HD Graphics 3000 para mudar automaticamente entre elas quando se precisa mais ou menos rendimento e conseguir assim otimizar o consumo de bateria, no MacBook Pro de 13 polegadas só temos a HD Graphics 3000 com 384 Mbytes de SDRAM DDR3 compartilhada com a memória principal.
A maior crítica que se pode fazer do novo apartado gráfico do MacBook Pro de 13 polegadas é que sua tela não mudou nada em relação com a geração anterior. Segue sendo uma tela panorâmica brilhante retroiluminada por LED de 13,3 polegadas com uma resolução de 1.280 x 800 pontos. Tendo em conta que o novo MacBook Air de 13 polegadas tem uma resolução de 1.440 x 900 pontos, muita gente esperava que esta resolução também estivesse presente nos novos MacBook Pro de 13 polegadas.
Onde estão as 10 horas de autonomia?
Quando se apresentaram os novos MacBook Pro teve muita gente que se estranhou de que a autonomia de suas baterias tivesse baixado, mas ainda que sobre o papel é assim, não é tudo verdade. Os três modelos, o de 13, o de 15 e o de 17 polegadas, oficialmente têm uma bateria que dura 7 horas, mais nas versões anteriores o MacBook de 15 chegava a 8 horas, o de 17 a 9 horas e o de 13 polegadas presumia de nada menos que 10 horas de autonomia. Que aconteceu?
A explicação é que Apple começou a usar um novo método de medição da vida da bateria, sendo mais preciso. Basicamente, puseram cada dispositivo ao 50% do brilho da tela e navegaram pelos 25 sites mais populares da Rede, incluindo reprodução de vídeo Flash. Com este novo sistema de medição as cifras de autonomia diminuem, mas agradecemos que sejam mais reais porque certamente nenhum MacBook Pro de 13 polegadas atingiu nem de longe as 10 horas de autonomia anunciadas.
As provas
Além de Thunderbolt, está claro que a principal novidade da família MacBook Pro foi a inclusão de novos processadores (dobro e quatro núcleo) com tecnologia Sandy Bridge de Intel, bem como o uso de memória RAM DDR3 a 1.333 MHz. Como a equipo analisado, o MacBook Pro de 13 polegadas com Intel Core i7 de duplo núcleo a 2,7 GHz, não tem placa de vídeo dedicado AMD Radeon HD e só conta com a HD Graphics 3000 de Intel, está claro que a diferença de rendimento desta nova geração frente à anterior se notará mais nos modelos de 15 e 17 polegadas que ademais incorporam um Core i7 de quatro núcleo.
No entanto, que ninguém pense que este novo MacBook Pro de 13 polegadas não melhorou muitíssimo em rendimento. Nós passamos o teste GeekBench 2.1.1.2 de 64 bits e comparamos seus resultados com a geração anterior de MacBook Pro de 13 polegadas (em concreto o modelo com micro Intel Core 2 Duo a 2,4 GHz e 4 Mbytes de RAM). No gráfico de acima os podemos ver a comparação. A barra de cor azul, que nos dá o resultado global do teste, atinge os 6.961 pontos no MacBook Pro de 13 polegadas que estamos analisando e de 3.864 pontos no MacBook Pro de 13 polegadas de 2010.
Ademais, quisemos “enfrentar” ao novo MacBook Pro de 13 polegadas com processador Intel Core i7 com um MacBook Air de última geração (processador Intel Core 2 Duo a 1,86 GHz, 4 Gbytes de RAM e SSD de 128 Gbytes). A seguir deixamos três vídeos onde podemos ver como se comportam ambos equipos em três apartados:
- Velocidade de arranque.
- Tempo de carregamento de um arquivo .psd de PhotoShop de 19,4 Mbytes.
- Tempo de carregamento de um arquivo de PowerPoint de 4,9 Mbytes.
Conclusões
Felizmente, Apple renovou sua família MacBook Pro e agora podemos desfrutar da tecnologia Sandy Bridge com processadores de dobro e cuádruple núcleo (Core i5 e Core i7) que demonstram seu maior rendimento frente aos já um pouco desfasados Intel Core 2 Duo.
Também devemos falar de Thunderbolt. O que promete esta tecnologia quanto a velocidade de transferência e conexão de múltiplos dispositivos frente a padrões como FireWire ou USB 2.0 (também USB 3.0) é de tal magnitude que o único que esperamos é que tenha bastantes periféricos para poder desfrutá-la. Todos aqueles que se comprem um novo MacBook Pro ficarão um pouco frustrados, mas que saibam que fizeram um investimento de futuro não muito longínquo (em três meses seguro que terá muitos “periféricos Thunderbolt”).
Por seguir com o positivo do novo MacBook Pro de 13 polegadas, mencionar sua ranhura para cartões SDXC que admite cartões de até 64 Gbytes ou a câmara FaceTime HD com uma resolução de 720p. Nossa maior crítica se baseia em que a resolução de tela de 1.280 x 800 pontos poderia ter-se atualizado perfeitamente a 1.440 x 900 pontos como a do MacBook Air de 13 polegadas. Tivesse sido um grande detalhe para um produto muito recomendável.
No site WCCF Tech realizaram uma interessante comparativa onde medem o rendimento do próximo Intel Core i7-3930K, baseado em Sandy Bridge-E e com o multiplicador desbloqueado, frente ao atual Core i7-980X.
Entrando em especificações o Core i7-3930K conta com seis núcleos funcionando a 3,2 GHz (12 fios ao todo graças à tecnologia HT) e TurboBoost até 3,8 GHz num só núcleo. Por sua vez o Core i7-980X conta com 6 núcleos a 3,33 GHz (12 fios ao todo graças à tecnologia HT) e TurboBoost até 3,6 GHz. Na comparativa se desativou o modo Turvo e se utilizaram as freqüências de ambos por defeito, saindo vencedor o Core i7-3930K:
Depois do lançamento de Firefox 4 se completa o círculo com a última geração de navegadores web. Enfrentadas as últimas versões dos mais populares em provas de rendimento Javascript, Chrome segue em cabeça, Internet Explorer 9 de 64 bits é o mais lento e Internet Explorer 9 de 32 bits é a surpresa depois da grande melhora de velocidade com respeito a Internet Explorer 8.
Para fazer a comparação foi usado um computador com Windows 7 de 64 bits, Intel quad core Q9300 2.5 GHz, 4 GB de RAM e uma NVIDIA GTX 260.
Os navegadores web comparados foram:
- Internet Explorer 9 (9.0.8112.16421) 32-bit - Internet Explorer 9 (9.0.8112.16421) de 64 bits - Firefox 4 . - Chrome 10.0.648.151 . - Safari 5.0.4 - Opera 11,01
Os testes foram realizados utilizando as seguintes ferramentas para obter os resultados mostrados nos gráficos:
- SunSpider JavaScript 0.9.1 , uma referência JavaScript criado pelos desenvolvedores do Webkit, Safari ou Chrome utilizado e baseado no KDE.
- V8 Benchmark Suite, un benchmark para JavaScript utilizado por Google para tunear su motor V8:
- Peacekeeper , suites FutureMark JavaScript com testes de estresse, animações, navegação ou de outras formas:
- Kraken 1,0 , outra referência desenvolvido pela Mozilla com base SunSpider JavaScript, mas com melhorias:
CONCLUSÕES
- O Chrome de Google era e segue sendo o navegador web mais rápido em Javascript. Puntualizar que a grande diferença a seu favor no teste V8 pode dever-se em parte a seu uso por Google na otimização do navegador ainda que vence na suite de FutureMark (a única totalmente independente) confirmando que segue estando na cabeça em rendimento Javascript.
- Internet Explorer 9 de 32 bits é o navegador web mais melhorado frente a anteriores versões, confirmando o grande trabalho de Microsoft no apartado de rendimento e frente a Internet Explorer 8, o mais lento dos navegadores de anterior geração.
- O rendimento de Internet Explorer 9 de 64 bits é lamentável frente ao resto, pelo que inclusive ainda que utilizes sistema operativo Windows de 64 bits passa dele totalmente e utiliza a versão de 32 bits. Convém puntualizar que esta versão não utiliza o motor Chakra JIT da versão de 32 bits.
- A diferença de rendimento de Firefox, Opera e Safari com o mais rápido Chrome diminui com respeito a anteriores versões (exceptuando nas provas com V8 já explicado) o que indica o avanço em general dos desenvolvedores neste apartado.
- A não ser que algum navegador destaque de forma notável frente ao resto não parece que este apartado de rendimento em Javascript seja um criterio para usar um ou outro. Obviamente só é um dos múltiplos apartados para eleger usar um navegador web com outros como segurança, complementos, compatibilidade com padrões, manejo de janelas ou interface de usuário como outros aspectos a valorizar.
Como podemos ver nas imagens filtradas, AMD Bulldozer supera os processadores Intel Core i7 950 e o Phenom II X6 por arredor de um 50% em jogos e renderización, e é um pouco melhor num benchmark de multimídia.
MultiMedia: PC Mark Movies & Media Sub-test Gaming Benchmark: 3DMark06 CPU Rendering Benchmark: CineBench R11.5
Desde a web chinesa Inpai nos chega outro de seus muito curiosos e peculiares review, esta vez foi realizada uma comparativa do IPC (instruções por ciclo) dos atuais microprocessadores de AMD, enfrentando ao atual APU AMD Plano contra os Athlon II e Phenom II.
Os microprocessadores eleitos para este duelo a morte são: AMD A8-3850, AMD Athlon II X4 635, e AMD Phenom II X4 965, todos eles funcionando a 2.9GHz; a fim de eliminar as vantagens que poderia brindar o IGP da CPU Llano, os 3 computadores foram provados com uma placa de vídeo AMD Radeon HD 6870, e se desabilitou seus gráficos integrados. Aqui vai alguns resultados dos testes que realizaram:
Conclusão
Depois de observar as provas, fica confirmado o que muitos suspeitávamos, que o CPU Llano tem um rendimento intermédio entre Athlon II e Phenom II na maioria de casos, e em muito poucas ocasiões consegue superar a ambos; o que não é um mau detalhe considerando o mercado que aponta Llano, e o seu inovador conceito Fusion (CPU+IGP). Recomendamos ver o review completo no site da Inpai.
Ainda falta muito para seu lançamento, mas como sempre costuma ocorrer neste tipo de produtos já começam a filtrar-se os primeiros dados e cifras de seu rendimento. É o caso da informação que comentamos hoje, a plataforma Ivy Bridge de Intel cuja chegada se espera para os primeiros meses de 2012 que vem com uma grande evolução: os 22 nanómetros e Tri-Gate.
Os dados que se filtraram estes dias não podemos levar muito em serio por uma razão muito simples: trata-se de um protótipo que foi comparado com um modelo real (Intel Core i5 2400) underclockeado, pois seus relógios passaram dos 3.1 GHz. nativos aos só 1.8 GHz., que são os que utiliza o protótipo Ivy Bridge. Os núcleos são os mesmos, quatro, mas o protótipo tem Hyperthreading (isto é, seus núcleos físicos são dois) e o Core i5 não.
As cifras mostram um rendimento do Ivy Bridge algo por embaixo do i5 2400, o qual é bastante mau. Há que ter em conta que é possível que o protótipo cedido seja um modelo de gama baixa (algo bem como um i3 básico) e não o modelo mais ponteiro, assim os resultados poderiam ter certo sentido. Espera-se muito de Ivy Bridge, pois os 22 nanómetros deveriam trazer consigo grandes melhoras a nível de eficiência energética e com isso melhores taxas de rendimento e manter o consumo e minimizar o calor emitido pelo processador.
O Phenom II x4 840. Quatro núcleos de puro amor correndo a 3.2 GHz livres de cache L3 por tão só USD $100. Vejamos que maravilha traz este processador.
Em termos de preço compete contra o Phenom II x2 560 Black Edition, um dual core de AMD com uma velocidade de 3 .3 GHz e 6MB de cache L2, mas só de dois núcleos ativos a USD $102.